Esta semana estarei retornando para uma consulta com o meu cirurgião e como é de costume farei uma endoscopia e sei que não poderei amamentar por um período, mas estou tranquila em relação a isso, pois sei que a Docinho de Leite já está comendo bem.
Em meio a isso me surgiu uma nova preocupação: será que estou grávida de novo? Eu estou atrasada e ando sentindo uns sintomas parecidos com o da minha gravidez.... Estou apreensiva, com medo e um pouco triste e por isso hoje eu comprei o teste de farmácia para verificar.
Como eu e meu esposo estamos desempregados e no momento estamos tentando a vida de um outro modo eu realmente desejo que o teste dê negativo.
Então vamos aguardar o resultado......
domingo, 6 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Vida de mãe cozinheira
Antes da minha filha nascer eu já tinha decidido sair do trabalho para poder dar a ela todo o meu amor, carinho e atenção, decidi seguir novos caminhos profissionais para que isso fosse possível.
Quando recebi minha demissão meu marido foi demitido também, confesso que até fiquei tranquila, decidimos que os dois seguiríamos caminhos no mundo empresarial, só que como mãe e outras coisas mais eu estou percebendo que não será tão fácil como imaginei que seria, estou correndo da sala para cozinha fico cansada e percebo que não consigo fazer nada..... Affffff
Em meio a isso tudo a alimentação da minha filha está ficando um tanto comprometida e não tenho ficado nada satisfeita com isso, então decidi que apesar de me esforçar para dar sempre o melhor (comidinha pronta na hora) não iria conseguir sempre isso.
Agora vou começar a congelar suas papinhas e garantir que ela todo dia consiga almoçar e jantar, sei que não é a melhor coisa do mundo, mas graças a Deus ela ainda mama bastante e sei que isso irá compensar.
Vida de mãe, empresária, esposa, cozinheira e etc...
Quando recebi minha demissão meu marido foi demitido também, confesso que até fiquei tranquila, decidimos que os dois seguiríamos caminhos no mundo empresarial, só que como mãe e outras coisas mais eu estou percebendo que não será tão fácil como imaginei que seria, estou correndo da sala para cozinha fico cansada e percebo que não consigo fazer nada..... Affffff
Em meio a isso tudo a alimentação da minha filha está ficando um tanto comprometida e não tenho ficado nada satisfeita com isso, então decidi que apesar de me esforçar para dar sempre o melhor (comidinha pronta na hora) não iria conseguir sempre isso.
Agora vou começar a congelar suas papinhas e garantir que ela todo dia consiga almoçar e jantar, sei que não é a melhor coisa do mundo, mas graças a Deus ela ainda mama bastante e sei que isso irá compensar.
Vida de mãe, empresária, esposa, cozinheira e etc...
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Ligada no 220
Minha nossa ontem eu me senti vivendo os três primeiros meses da minha filha de novo, a menina estava ligada na tomada de 220......srsrsr..... Foram 4 horas tentando fazer ela dormir e nada!
Graças a Deus eu estava na casa da minha mãe e depois de muito custo nós conseguimos, mas o mais interessante é que mesmo dormindo ela balançava as pernas e parecia agitada....srsrsr
Tentei lembrar o que comi, mas só lembrei do chocolate e não acredito que ele tenha sido o causador dessa agitação. Lembrei também que no almoço ela comeu beterraba e dei as vitaminas dela de tarde, será que foi isso? Alguém já passou por isso?
Beijos
Alana Veiga
Graças a Deus eu estava na casa da minha mãe e depois de muito custo nós conseguimos, mas o mais interessante é que mesmo dormindo ela balançava as pernas e parecia agitada....srsrsr
Tentei lembrar o que comi, mas só lembrei do chocolate e não acredito que ele tenha sido o causador dessa agitação. Lembrei também que no almoço ela comeu beterraba e dei as vitaminas dela de tarde, será que foi isso? Alguém já passou por isso?
Beijos
Alana Veiga
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Cirurgia Bariátrica e amamentação
Oi pessoinhas!!!
Amamentação é um assunto meio complicado e um tanto pessoal, mas quero compartilhar minha experiência com vocês.
Tenho uma amiga que fez a cirurgia Bariátrica um pouco antes de mim e ela teve uma gravidez bem tranquila e perfeitinha, mas não conseguiu amamentar, pois eu leite não desceu e lhe faltou incentivo para continuar e tentar.
Quinze dias antes da minha filhinha nascer o priminho dela chegou ao mundo e o menino gritava horrores quando sua mãe colocava ele no peito, eles tiveram que ficar 04 dias dentro do hospital, mas infelizmente ele teve que tomar mamadeira.
Vendo tudo isso e alguns outros casos eu estava certa e tranquila de que se minha filha não quisesse mamar eu não ficaria frustrada e nem preocupada em relação a isso, imaginei que dar a mamadeira seria o mesmo que dar o peito.
Como fiquei um tempo de repouso absoluto (não podia nem levantar para ir ao banheiro) eu aproveitei para entrar em alguns grupos de mães e, por curiosidade, no de amamentação também. Tive a oportunidade de ver vários relatos e o quanto a amamentação faz bem para nossos filhos e isso fez com que aos poucos o meu desejo em amamentar fosse despertando.
Com esse despertamento veio a seguinte preocupação: e agora sou Bariátrica, será que terei leite suficiente?
Pesquisei algumas coisas, mas não encontrei nadinha que eu pudesse de fato confiar ou me inspirar então orei e entreguei a Deus.
Em meio a toda tribulação no nascimento da minha filha eu só pensava que iria fazer de tudo para dar o melhor a minha filha e isso também incluía a amamentação.
Ao nascer ela foi direto para UTI e passou 24h sem se alimentar, pois eles não sabiam o que ela tinha e o porque de ter nascido sem respirar (foi feito a reanimação). Quando a alimentação foi liberada ela começou a tomar através da sonda apenas 3 ml de 3 em 3 horas (muito pouco para o tempo em que ficava sem comer).
Em meio a toda aquela emoção, em meio a todos os sentimentos misturados em meu coração, a Dra. Me chamou e falou: "O seu LEITE vai salvar sua filha". Gente do céu, eu entrei em pânico, e se eu não puder ter leite e se eu não conseguir e se.......
No meio daquele clima terrível de UTI, aqueles aparelhos apitando, aquela roupa, máscaras, luvas e um monte de gente ao redor, eu sozinha, sentei no banquinho de ferro, peguei a luva e o copinho e pela primeira vez eu fui ordenhar.
Gente eu não tinha ideia nenhuma do que fazer, como devia pegar, estava assustada e fraca demais para conseguir perguntar. Imaginei como tira leite de vaca e tentei, apertei, apertei, puxei, chorei e então veio a primeira gotinha de colostro. Me emocionei e meu coração se explodiu de felicidade, pois eu era capaz de dar o melhor para minha filha.
Depois da terceira gotinha sair eu senti uma dor terrível em meu útero, não sabia se gritava ou se fazia xixi ali mesmo onde estava, então corri para o banheiro dos médicos que fica mais próximo de mim e ao fazer xixi um coágulo enorme saiu e a dor aliviou. Voltei para minha missão e cada gotinha era uma pontada no meu útero. Quando sai de lá minha mãe me explicou que era normal, pois com a amamentação o meu útero estava voltando para o lugar.
Fiquei feliz com mais essa boa notícia sobre os benefícios da amamentação. Durante todo o tempo em que minha filha esteve na UTI (foram 10 dias) eu praticamente morei lá, só saia para vim em casa a noite e descansar e depois já voltava correndo.
Passava horas ordenhando para tirar 5 ml, depois 9 ml e assim por diante. Foi um tempo difícil, pois como fiz cesárea tudo em mim doía muito, mas não desisti nenhum segundo e ficava chateada quando chegava ao hospital e o leite artificial já estava lá em cima da incubadora prontinho para darem a ela.
A cada dia ela foi crescendo e a quantidade de leite também e eu já não estava mais conseguindo tirar o leite suficiente para ela e quando colocavam ela no meu colo para mamar ela simplesmente dormia. Fiquei frustrada com essa situação e o leite artificial teve que entrar em ação. Nossa eu me senti impotente e comecei a dizer que era culpa da cirurgia Bariátrica e comecei a desejar nunca ter feito essa cirurgia.
Minha bebe veio para casa e todos os temores também, comecei a achar que não conseguiria alimentar minha filha, que ela ia emagrecer e que iria voltar para a UTI, eu estava cansada e apavorada queria entregar os pontos e desisti de amamentar, mas graças ao meu bom Deus minha mãe não permitiu e brigava comigo toda vez para que eu colocasse minha filha no peito mesmo dando a mamadeira.
Fiz isso durante 2 meses até o dia em que resolvi mudar de leite e minha filha vomitou horrores, então decidi que iria dar apenas o melhor para ela e o melhor leite era o meu. Tirei TODAAAAs as mamadeiras e fiquei 36 horas com minha filha pendurada no meu peito. Estava terrivelmente cansada e fraca e meu leite secou, chorei muito e tive que dar uma mamadeira, mas no outro dia voltei a amamentar 100% e nossa como isso fez diferença na saúde da minha filha, como o meu leite é perfeito e na medida certa para ela.
Estava me sentindo muito fraca e abatida, então fui na nutrológa e ela mandou eu continuar tomando as que já estava durante a gravidez e me passou a vitamina D, o cálcio e suplemento de proteína. Tomando todos esses suplementos eu confesso que me senti melhor e a quantidade de leite melhorou.
Hoje minha Docinho de Leite vai fazer 8 meses e eu continuo amamentando, meu peito nunca ficou cheião, só vazou uma única vez (acho que foi um lapso do meu peito....srsrsr), nunca consegui tirar leite para guardar, mas eu amamento e isso já me faz feliz.
Nesse tempo todo ouvi muita gente falando que devido a minha cirurgia o meu leite era fraco, que não servia para minha filha e um monte de bobagem, mas olha gente nada disso é verdade, o nosso leite é maravilhoso, o nosso leite tem um poder incrível e não devemos nunca desistir de dar o melhor para nossos filhos.
Algumas mulheres realmente não conseguem amamentar, mas isso não está relacionado a cirurgia Bariátrica não, muitas das vezes é falta de informação, é falta de alguém que te dê a mão e amamente junto com você, pois amamentar é difícil e em alguns casos dói muito devido a N fatores, algumas não conseguem devido a seus próprios organismos e isso não faz delas piores do que ninguém.
A minha conclusão sobre o assunto é que tudo é relativo e não é porque você fez a cirurgia que você não irá amamentar, você pode sim, você é capaz de oferecer o melhor alimento do mundo para o seu filho.
Cirurgia Bariátrica x amamentação = Tudo é possível para quem acredita.
Ps.: peso não significa saúde, lembrem disso e peçam ajuda sempre que precisarem.
Bojos.
Alana Veiga
Amamentação é um assunto meio complicado e um tanto pessoal, mas quero compartilhar minha experiência com vocês.
Tenho uma amiga que fez a cirurgia Bariátrica um pouco antes de mim e ela teve uma gravidez bem tranquila e perfeitinha, mas não conseguiu amamentar, pois eu leite não desceu e lhe faltou incentivo para continuar e tentar.
Quinze dias antes da minha filhinha nascer o priminho dela chegou ao mundo e o menino gritava horrores quando sua mãe colocava ele no peito, eles tiveram que ficar 04 dias dentro do hospital, mas infelizmente ele teve que tomar mamadeira.
Vendo tudo isso e alguns outros casos eu estava certa e tranquila de que se minha filha não quisesse mamar eu não ficaria frustrada e nem preocupada em relação a isso, imaginei que dar a mamadeira seria o mesmo que dar o peito.
Como fiquei um tempo de repouso absoluto (não podia nem levantar para ir ao banheiro) eu aproveitei para entrar em alguns grupos de mães e, por curiosidade, no de amamentação também. Tive a oportunidade de ver vários relatos e o quanto a amamentação faz bem para nossos filhos e isso fez com que aos poucos o meu desejo em amamentar fosse despertando.
Com esse despertamento veio a seguinte preocupação: e agora sou Bariátrica, será que terei leite suficiente?
Pesquisei algumas coisas, mas não encontrei nadinha que eu pudesse de fato confiar ou me inspirar então orei e entreguei a Deus.
Em meio a toda tribulação no nascimento da minha filha eu só pensava que iria fazer de tudo para dar o melhor a minha filha e isso também incluía a amamentação.
Ao nascer ela foi direto para UTI e passou 24h sem se alimentar, pois eles não sabiam o que ela tinha e o porque de ter nascido sem respirar (foi feito a reanimação). Quando a alimentação foi liberada ela começou a tomar através da sonda apenas 3 ml de 3 em 3 horas (muito pouco para o tempo em que ficava sem comer).
Em meio a toda aquela emoção, em meio a todos os sentimentos misturados em meu coração, a Dra. Me chamou e falou: "O seu LEITE vai salvar sua filha". Gente do céu, eu entrei em pânico, e se eu não puder ter leite e se eu não conseguir e se.......
No meio daquele clima terrível de UTI, aqueles aparelhos apitando, aquela roupa, máscaras, luvas e um monte de gente ao redor, eu sozinha, sentei no banquinho de ferro, peguei a luva e o copinho e pela primeira vez eu fui ordenhar.
Gente eu não tinha ideia nenhuma do que fazer, como devia pegar, estava assustada e fraca demais para conseguir perguntar. Imaginei como tira leite de vaca e tentei, apertei, apertei, puxei, chorei e então veio a primeira gotinha de colostro. Me emocionei e meu coração se explodiu de felicidade, pois eu era capaz de dar o melhor para minha filha.
Depois da terceira gotinha sair eu senti uma dor terrível em meu útero, não sabia se gritava ou se fazia xixi ali mesmo onde estava, então corri para o banheiro dos médicos que fica mais próximo de mim e ao fazer xixi um coágulo enorme saiu e a dor aliviou. Voltei para minha missão e cada gotinha era uma pontada no meu útero. Quando sai de lá minha mãe me explicou que era normal, pois com a amamentação o meu útero estava voltando para o lugar.
Fiquei feliz com mais essa boa notícia sobre os benefícios da amamentação. Durante todo o tempo em que minha filha esteve na UTI (foram 10 dias) eu praticamente morei lá, só saia para vim em casa a noite e descansar e depois já voltava correndo.
Passava horas ordenhando para tirar 5 ml, depois 9 ml e assim por diante. Foi um tempo difícil, pois como fiz cesárea tudo em mim doía muito, mas não desisti nenhum segundo e ficava chateada quando chegava ao hospital e o leite artificial já estava lá em cima da incubadora prontinho para darem a ela.
A cada dia ela foi crescendo e a quantidade de leite também e eu já não estava mais conseguindo tirar o leite suficiente para ela e quando colocavam ela no meu colo para mamar ela simplesmente dormia. Fiquei frustrada com essa situação e o leite artificial teve que entrar em ação. Nossa eu me senti impotente e comecei a dizer que era culpa da cirurgia Bariátrica e comecei a desejar nunca ter feito essa cirurgia.
Minha bebe veio para casa e todos os temores também, comecei a achar que não conseguiria alimentar minha filha, que ela ia emagrecer e que iria voltar para a UTI, eu estava cansada e apavorada queria entregar os pontos e desisti de amamentar, mas graças ao meu bom Deus minha mãe não permitiu e brigava comigo toda vez para que eu colocasse minha filha no peito mesmo dando a mamadeira.
Fiz isso durante 2 meses até o dia em que resolvi mudar de leite e minha filha vomitou horrores, então decidi que iria dar apenas o melhor para ela e o melhor leite era o meu. Tirei TODAAAAs as mamadeiras e fiquei 36 horas com minha filha pendurada no meu peito. Estava terrivelmente cansada e fraca e meu leite secou, chorei muito e tive que dar uma mamadeira, mas no outro dia voltei a amamentar 100% e nossa como isso fez diferença na saúde da minha filha, como o meu leite é perfeito e na medida certa para ela.
Estava me sentindo muito fraca e abatida, então fui na nutrológa e ela mandou eu continuar tomando as que já estava durante a gravidez e me passou a vitamina D, o cálcio e suplemento de proteína. Tomando todos esses suplementos eu confesso que me senti melhor e a quantidade de leite melhorou.
Hoje minha Docinho de Leite vai fazer 8 meses e eu continuo amamentando, meu peito nunca ficou cheião, só vazou uma única vez (acho que foi um lapso do meu peito....srsrsr), nunca consegui tirar leite para guardar, mas eu amamento e isso já me faz feliz.
Nesse tempo todo ouvi muita gente falando que devido a minha cirurgia o meu leite era fraco, que não servia para minha filha e um monte de bobagem, mas olha gente nada disso é verdade, o nosso leite é maravilhoso, o nosso leite tem um poder incrível e não devemos nunca desistir de dar o melhor para nossos filhos.
Algumas mulheres realmente não conseguem amamentar, mas isso não está relacionado a cirurgia Bariátrica não, muitas das vezes é falta de informação, é falta de alguém que te dê a mão e amamente junto com você, pois amamentar é difícil e em alguns casos dói muito devido a N fatores, algumas não conseguem devido a seus próprios organismos e isso não faz delas piores do que ninguém.
A minha conclusão sobre o assunto é que tudo é relativo e não é porque você fez a cirurgia que você não irá amamentar, você pode sim, você é capaz de oferecer o melhor alimento do mundo para o seu filho.
Cirurgia Bariátrica x amamentação = Tudo é possível para quem acredita.
Ps.: peso não significa saúde, lembrem disso e peçam ajuda sempre que precisarem.
Bojos.
Alana Veiga
Gravidez e Cirurgia Bariátrica 2
Nossa quanto tempo eu não escrevo aqui no bloguinho, mas foram tantas coisas que me aconteceram ao longo da gravidez e depois no nascimento da minha filhotinha que eu não tive tempo para me dedicar a escrever.
Graças a Deus as coisas estão mais calmas e minha Docinho de Leite está crescendo forte, saudável e muiiiiiiito feliz.
Bom, em relação a minha gravidez e a cirurgia Bariátrica tudo ocorreu de forma tranquila. Tomei alguns cuidados desde a primeira consulta e sei que isso foi fundamental.
Logo no início da gravidez eu comecei tomar o progesterona devido um pequeno sangramento que tive, depois tratei de cuidar da alimentação e claro que aumentei as quantidades de alimentos que ingeria. Algumas outras vitaminas entraram no meu cardápio de suplementos, comecei a tomar o ômega 3, Materna, ácido fólico e ferro, vitamina C e as injeções da Citoneurim.
Desde quando operei tive muita dificuldade em beber água, sempre senti como se fosse muito pesada para o meu estômago e por isso quase não bebi, mas isso eu tive que mudar e me obriguei a tomar mais água, acredito até que isso tenha contribuído para aumentar a capacidade do meu estômago.
Com a comida o processo foi o mesmo, tive que comer mais um pouquinho, pois se antes eu comia de 2 em 2 horas, agora eu estava comendo de 1 em 1....srsrsrrsrsrsrs
Não me preocupei com meu peso (apesar de sentir um pouco de medo de voltar a ser obesa) o importante para mim era vê minha pequena crescendo com saúde.
Tomei progesterona até o último dia da gravidez, minha filha nasceu de 33 semanas, para segurar minha bebe e acredito que isso também contribui para o meu aumento de peso.
Quando descobri a gravidez eu já tinha engordado um pouco e estava pesando 63kg e no final eu já estava com 80 kg.
Apesar desse peso todo que engordei, ninguém achou que engordei tudo isso e sim que eu estava uma grávida muito bonita (graças a Deus....srsrsrrsrsrsrs).
Sempre ouvia falar que o risco de ter filhos depois da cirurgia era a criança nascer com baixo peso, porém a minha filhotinha nasceu fortinha com 2.400 (lembrando que ela nasceu prematura).
Antes que vocês se desesperem mamães, a prematuridade da minha filha em nada teve haver com a cirurgia, o problema foi que com 23 semanas uma dita cuja, pedra nos rins, resolveu descer e se instalar em algum lugar do meu corpo. Sofri muito, pois grávida não podia fazer muita coisa e eu me negava a tomar remédios, porém alguns foram necessários devido a infecção que me deu.
Então, o meu parecer é de que é maravilhoso estar grávida com saúde e de bem com você, com seu corpo e com sua mente.
Apesar de tudo que passei eu considero a minha gravidez algo lindo e incrível, momentos maravilhosos e marcantes, momentos de puro amor e contentamento, momentos de oração, momentos de plena entrega e confiança em Deus, momentos em que pude desfrutar a criação mais perfeita do universo, momentos em que me tornei mãe em seu mais perfeito e amplo sentido.
Bojos,
Alana Veiga
Graças a Deus as coisas estão mais calmas e minha Docinho de Leite está crescendo forte, saudável e muiiiiiiito feliz.
Bom, em relação a minha gravidez e a cirurgia Bariátrica tudo ocorreu de forma tranquila. Tomei alguns cuidados desde a primeira consulta e sei que isso foi fundamental.
Logo no início da gravidez eu comecei tomar o progesterona devido um pequeno sangramento que tive, depois tratei de cuidar da alimentação e claro que aumentei as quantidades de alimentos que ingeria. Algumas outras vitaminas entraram no meu cardápio de suplementos, comecei a tomar o ômega 3, Materna, ácido fólico e ferro, vitamina C e as injeções da Citoneurim.
Desde quando operei tive muita dificuldade em beber água, sempre senti como se fosse muito pesada para o meu estômago e por isso quase não bebi, mas isso eu tive que mudar e me obriguei a tomar mais água, acredito até que isso tenha contribuído para aumentar a capacidade do meu estômago.
Com a comida o processo foi o mesmo, tive que comer mais um pouquinho, pois se antes eu comia de 2 em 2 horas, agora eu estava comendo de 1 em 1....srsrsrrsrsrsrs
Não me preocupei com meu peso (apesar de sentir um pouco de medo de voltar a ser obesa) o importante para mim era vê minha pequena crescendo com saúde.
Tomei progesterona até o último dia da gravidez, minha filha nasceu de 33 semanas, para segurar minha bebe e acredito que isso também contribui para o meu aumento de peso.
Quando descobri a gravidez eu já tinha engordado um pouco e estava pesando 63kg e no final eu já estava com 80 kg.
Apesar desse peso todo que engordei, ninguém achou que engordei tudo isso e sim que eu estava uma grávida muito bonita (graças a Deus....srsrsrrsrsrsrs).
Sempre ouvia falar que o risco de ter filhos depois da cirurgia era a criança nascer com baixo peso, porém a minha filhotinha nasceu fortinha com 2.400 (lembrando que ela nasceu prematura).
Antes que vocês se desesperem mamães, a prematuridade da minha filha em nada teve haver com a cirurgia, o problema foi que com 23 semanas uma dita cuja, pedra nos rins, resolveu descer e se instalar em algum lugar do meu corpo. Sofri muito, pois grávida não podia fazer muita coisa e eu me negava a tomar remédios, porém alguns foram necessários devido a infecção que me deu.
Então, o meu parecer é de que é maravilhoso estar grávida com saúde e de bem com você, com seu corpo e com sua mente.
Apesar de tudo que passei eu considero a minha gravidez algo lindo e incrível, momentos maravilhosos e marcantes, momentos de puro amor e contentamento, momentos de oração, momentos de plena entrega e confiança em Deus, momentos em que pude desfrutar a criação mais perfeita do universo, momentos em que me tornei mãe em seu mais perfeito e amplo sentido.
Bojos,
Alana Veiga
Assinar:
Postagens (Atom)